Nada poético




Eu quero usar a imagem do botão ao lado para expressar as minhas sensações diante da falta de respeito ao verde, que tudo mostra e resiste à indiferença do regador.



Do que nega um olhar (só vê paredes), o nariz preferindo inalar fumaça.


Também uso a rosa ferida para negar qualquer semelhança desse texto com panfletagem angustiosa de um grito que se perdeu, que reuniu inúmeros discursos de direita, esquerda, centro, ou seja qual lado for que o olhar do homem se dirija.

A rosa é a flor mais bela, e isso não é poesia. É apenas a vergonha que sinto diante dos meus pequenos gestos que não serviram de exemplo para a grande maioria que amarga a desventura da marginalização.

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