Ser mãe é padecer na chatice
As campanhas de desarmamento que têm como alvo as crianças e os adolescentes fazem lá sua parte. É verdade, é preciso fazer algo. Mas fico cismando o pensar com relação o que passa na cabeça dos pais quando escolhem uma arma de "brinquedo" para o filho.
Nos filmes de bang-bang as crianças convivem com armas e violência e ganham arma de verdade. Na vida real quando a TV é a babá de quem não consegue contratar um profissional de confiança, a morte não é ficção. É verdadeira.
O pior de tudo é que a cada dia matamos oportunidades de conversas, que podem até ser os antigos sermões- acredito que mãe tem que ser necessariamente chata - ou puxões de orelhas. Sou do tempo "que se cortava o mal pela raiz", argumento doméstico que funcionava sempre.
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