Veia criativa

Inspiração dá asas

A criação vem como um monte de palavras feito poeira a provocar espirro do pensar. Passo tempo letargicamente criando, sem espantar os quase invisíveis, grãos da nuvem. À luz do conhecimento, fujo para dentro feito cabeça de tartaruga. O animal sempre busca refúgio. Assim é o pensar, que quando espantado, entra em movimento para depois pousar levemente, empurrado pela gravidade.

O poeta é um devedor. Os credores não lhe cobram juros exacerbados, mas o ignoram nos momentos de moratória. Uma parcela paga a cada vez, sem o turbilhão dos juros - juro que retorno às letras- só para continuar escapando do processo da cassação.

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