Nós continuamos vivendo as nossas escolhas, administrando os nossos caminhos, gerenciando o que dizemos.
Ah, a palavra "tem vida". Uma boa lembrança para os que fazem promessas. Uma vez no ar, solta, já não mais nos pertence.
Não é só uma questão de respeitar o que cativa, mas, sobretudo, cativar a si mesmo pelo que espalha.
Vivemos momentos de escolhas determinantes para o país. É preciso conhecer as nossas dificuldades para aprender a superá-las.
E, enquanto isso, lembrar que antes que os outros decidam por nós, nós escolhemos o outro e lhe damos aval.
O discurso pode ser do outro, mas nós sabemos filtrar e apontar a seta para o alvo mais condizente. Digo melhor, está na hora de abrir os olhos, ouvidos e fechar a boca para que não nos confudamos.
Saber postar
Oportunidades??
Confesso que nunca assisti ao programa O Aprendiz. Tenho as minhas reticências com relação a alguns programas e, por esse motivo, não farei aqui nenhuma crítica diretamente. Mas, fui tentada por um amigo a falar sobre um dos episódios. Sei que corremos risco quando subtraímos uma parte do todo e dele falamos pretensamente...
Mas, realmente, não resisti!
Já estive quase liderando uma grande equipe. Grande no sentido de trabalho, considerando o pequeno número de pessoas, numa empresa de comunicação, com o corre-corre peculiar. Tive uma enorme afinidade ao Peter, o rapaz que causou raiva e desequilibrou o empresário que ancora o programa em questão.
Acompanhei o seu choro na despedida do que se poderia chamar de grande oportunidade para quem vê assim o mundo transformado num show business(esta palavra....)
Quando estive "chefe" experienciei emoções nunca sentidas, mas a que mais recordo foi a desesperança nos olhos de quem anunciei você está despedido. Quem sou eu, ou quem era eu, pra proceder assim?
Somos Justus e Peter inúmeras vezes nesse percurso incerto de sobrevivência.
Peter pede perdão a pessoa que ama, considerando ter cometido um erro. Quantas vezes cometemos erros contra nós mesmos, nos agredimos para manter um contrato de trabalho. Em nome da sobrevivência, vamos agredindo o outro, em nome da riqueza material. Estamos entre dois mundos: o do fracasso e do fracassador.
Fracasso sempre quando não consigo acompanhar as exigências do mercado. Sou fracassado quando me permito romper com o que considero de mais sagrado: a lealdade pessoal. A dor que mais dói(permita-me o pleonasmo) é romper com amarras, mas isso significa vencer. É ter coragem de desafiar o mercado de trabalho, apesar de saber que fora dele, a sobrevivência vai se tornar muito mais difícil.
Clamo pela sobrevivência do espírito, leal ao que mais acredita ser, aberto às oportunidades de engrandecimento. O poder, como tudo que é terreno, é passageiro. E hoje, sabemos, que ser midiático, é tão passageiro tanto quanto.
Podemos ser notícia ou noticiadores. É tudo uma questão de tempo. É só mais um aprendizado momentâneo, enquanto que somos repetentes eternos de uma vida, que prossegue, não importa qual seja a escolha profissional.
Confira aqui o que motivou o meu comentário de hoje.
Mas, realmente, não resisti!
Já estive quase liderando uma grande equipe. Grande no sentido de trabalho, considerando o pequeno número de pessoas, numa empresa de comunicação, com o corre-corre peculiar. Tive uma enorme afinidade ao Peter, o rapaz que causou raiva e desequilibrou o empresário que ancora o programa em questão.
Acompanhei o seu choro na despedida do que se poderia chamar de grande oportunidade para quem vê assim o mundo transformado num show business(esta palavra....)
Quando estive "chefe" experienciei emoções nunca sentidas, mas a que mais recordo foi a desesperança nos olhos de quem anunciei você está despedido. Quem sou eu, ou quem era eu, pra proceder assim?
Somos Justus e Peter inúmeras vezes nesse percurso incerto de sobrevivência.
Peter pede perdão a pessoa que ama, considerando ter cometido um erro. Quantas vezes cometemos erros contra nós mesmos, nos agredimos para manter um contrato de trabalho. Em nome da sobrevivência, vamos agredindo o outro, em nome da riqueza material. Estamos entre dois mundos: o do fracasso e do fracassador.
Fracasso sempre quando não consigo acompanhar as exigências do mercado. Sou fracassado quando me permito romper com o que considero de mais sagrado: a lealdade pessoal. A dor que mais dói(permita-me o pleonasmo) é romper com amarras, mas isso significa vencer. É ter coragem de desafiar o mercado de trabalho, apesar de saber que fora dele, a sobrevivência vai se tornar muito mais difícil.
Clamo pela sobrevivência do espírito, leal ao que mais acredita ser, aberto às oportunidades de engrandecimento. O poder, como tudo que é terreno, é passageiro. E hoje, sabemos, que ser midiático, é tão passageiro tanto quanto.
Podemos ser notícia ou noticiadores. É tudo uma questão de tempo. É só mais um aprendizado momentâneo, enquanto que somos repetentes eternos de uma vida, que prossegue, não importa qual seja a escolha profissional.
Confira aqui o que motivou o meu comentário de hoje.
É por aí...
O nosso dia-a-dia sempre merece comentários. E fico cismando que se eu escrevesse tudo o que a minha mente comenta...
E se deixasse pra lá, me fingisse de morta? Reparo que os questionamentos me embotam o pensar. Ou seria o contrário?
O mais rápido seria dizer "sei lá" está tudo tão estragado... Mas, a vida merece comentários.
Fiquei um tempo afastada, estava pensando sobre o que poderia ser escrito neste blog que não se propõe a ser diário. Eu já ponho em dia, ou tento organizar o dia mental. Nada prometo, apenas deixo fluir o raciocínio.
Agora, para cismar mesmo é ver a TV hoje. O que temos além da onda de violência? Eu posso selecionar, através do controle remoto as imagens e o som, mas quem controla o que se tornou notícia?
Não quero falar sobre violência quando percebo que a não- violência deixou até de ser mote de discurso. E apostar no novo discurso, que não muda....
Aguardo os programas cansativos do horário eleitoral gratuito. Eu não vou torcer contra A nem B. Muito pelo contrário! O que mais desejo agora é que, quem se candidatou, passe por um grande tremor, uma sacudida. Que desperte e veja o que podem fazer, de fato, por ele mesmo e pelo o outro.
Sempre quando há "mudança" (reparou nas aspas) o que mais sofremos é o embargo das ações do outro, do que "passou" (repare nas aspas).
Não quero protestar. Pelo contrário: o que mais quero é que acertem em cheio.
Também não quero desabafar: o que mais aspiro é que o homem pare de brigar com o lobo e não se deixe vencer por ele.
Política é hora de fazer, de se fazer, de reiniciar.
É isso. Pensar em ser aquele homem grande que se esqueceu de crescer porque ficou enraigado no umbigo, no ledo engano de que pra subir tem que usar o outro como degrau.
Depois que a França conquistou o direito de continuar na Copa do Mundo, em conversa com amiga, entendemos que os heróis somos todos nós que travamos batalhas diárias e permanentes.
Somos os usuários dos ônibus, os assalariados, as mães preocupadas com a dependência das drogas, com a inadimplência na escola, com os impostos e aumentos extratosféricos.
Somos as cantigas mal cantadas e dançadas, que não levantam saias porque o vestir atrapalharia o recurso de exibir o corpo e faria com que todos se dessem conta de que há outras opções.
Somos os extremos de uma guerra sem fim pela posse da terra, pela disputa de vagas no mercado cada vez mais estreito.
Somos a mão que mais apanha do que pede ao que só aprendeu a bater.
E continuaremos sendo ainda o povo mais otimista, apesar de tudo, porque o mundo como a bola rola e faz rolar lágrimas.
Descoberta
Descobri que sou assim meio chata, chata mesmo, mandona, necessária, desnecessária, atrevida, endividada, só quero ser as pregas! Eu não lembro de quando ouvi pela primeira vez esta expressão. Foi quando menina ainda, que sonhava ser muito maior do que hoje, na altura e, principalmente, na independência.
Descobri também que não se perde muito em não ouvir o conselho dos mais velhos. Porque eu precisava crescer sobre as minhas próprias pernas. E como agradeço hoje ter sido teimosa. Como poderia entender o fracasso dos meus sonhos se não tivesse acreditado neles? E o que é mesmo fracasso?
A minha teimosia está aí. Mesmo tropeçando continuo seguindo em frente, mesmo que esse seguir não seja para o norte. Sei que recuar tem sido uma das minhas maiores virtudes.
Descobri que sou mandona porque mando mesmo e se o outro não obedece, opção dele.
Mas sei ser necessária até mesmo quando todos dizem que não há porque me envolver, e atrevida, pretensiosa porque em muitos momentos me flagrei querendo que as opções sugeridas fossem seguidas.
Descobri que tenho senso comum estou sempre torcendo por algo novo. Só que agora não fico no aguardo. Saio de trás da cortina e antevejo o que mais quero. E sei que isso não é precipitação sou eu somente, trilhando o caminho decorado por meus sonhos e reforçado pela fé.
Por que Bussunda foi embora?
O que é uma piada? E por que nem sempre nos faz rir?
O brasileiro tem paixões que só o brasileiro conhece. Quase tudo transforma em piada. E a mais sem graça até agora foi o desaparecimento do Bussunda.
Mas, já tem piada rolando por aí:
Bussunda chega ao céu e pergunta meio apalermado:
- Ué, morri??!!
_ Sim.
_ Fala sério, meu!
Estranhando o texto? sem ele fica tudo assim. Estórias incompletas de uma vida de risos.
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