Ser legal
Só o filé?
Com a TV nem sempre me entendo, mas com o controle sim. Não olho para a telinha sem ter em mão o aparelhinho mágico que me poupa muitas vezes de conferir alguns vexames. Mas, há sempre a curiosidade de acompanhar alguns folhetins televisivos. Há produtores que apostam na polêmica, tudo o que dá pra falar, alimentar comentários nem sempre felizes para as pessoas que são alvos, estão na pauta deles.
Assim, conferi sem querer, parte de um debate(?) com uma moçoila morena, pernas trabalhadas em academias, que se autodenomina Mulher Filé. Foi essa denominação que me prendeu a atenção. De pronto, já fui armada com as minhas reticências e um perfil traçado da mulher moderna, que não mais se expõe - digo o corpo - para ser reconhecida.
A moça tentava se defender das acusações de vulgaridade. Ela foi textualmente apresentada assim. O vocabulário não ajudava e ela me pareceu uma vítima, ali acoada, querendo livrar-se da pecha de que é um mau modelo a ser copiado. Uma participante do tipo bem comportada, que não precisaram o nome, alertava-a para o perigo que representa para crianças e adolescentes.
A Mulher Filé participa e defende o gênero Funk: Existem vários níveis de funk - defendeu-se, quando uma outra participante do programa, destacava que o gênero representa um segmento da população que merece respeito.
Como precisava dormir porque acordo cedo, desliguei o aparelho e não sei qual foi o resultado do embate(?) polêmico. Mas, voltando às armas , o pior de tudo não foi a moça em questão, mas o programa que leva alguém para o ar, expõe a pessoa ao rídiculo, numa tentativa irresponsável de manter audiência.
Não vou dizer o nome do programa para não fazer propaganda. Você pode ficar curioso e querer dar audiência.
Cecília

Nem tirava os olhos dela até que a acompanhei com o olhar a sua atenção para o coleguinha de turma que chorava muito. Ela estancou e parou de sacudir os pequenos braços, numa dança alusiva à música Plunc Plact Zum. Nem ouvia mais o convite de Raul Seixas para o imaginário infantil.
Numa segunda apresentação, não consegui identificar a sua voz, mas percebi que cantava porque sua boca rósea fazia bico ao pronunciar tuuuuudo. Não precisou esmerar na apresentação ensaiada exaustivamente pelas "tias". A sua beleza de um ano e meio foi o grande espetáculo.

Ah, Cecília entrou no Teatro Marista nos meus braços. Isso pode dar o que falar mais tarde, quem sabe...
Sabor da infância
Buscas
Se quer satisfação, procure-a. Vá fundo, pesquise os seus arquivos. Faça dowloads quantos forem necessários. Com certeza, nem adianta para o lado, buscando ajuda. Levante a sobrancelha, espiche o olhar para fustigar o pensar mais escondido. Lá bem dentro, o cérebro vai jorrar idéias que vão iluminar.
Depois desse rebuscar, veja se a razão de estar insatisfeito não está preso a si mesmo. Eu sempre dou de cara com esse resultado. É uma cena que se repete, repete...
Livros, enfim...
Sem sinal de fumaça

IA conversa comigo
Eu sou um computador. Não tenho sentimentos, mas posso conversar com você. E conversou só naquele momento, porque não dei continuidade. ...
-
Sabe aqueles dias em que você se subestima? Carrega pensamentos sombrios, que só fortalecem o pessimismo? Pois é, de vez em quando eu me as...
-
Fico cismando o pensar sobre a minha existência perguntando a mim mesma, o que eu poderia ter feito diferente? Se eu não tivesse filhos, se...
-
"Quero morrer trabalhando. Não aposentarei atividades. O rádio é a minha vida". Frases repetidas, inúmeras vezes pelo amigo Narcé...