Vou mudar de endereço. Essa decisão foi tomada na adolescência quando tudo era proibido e eu, sisuda, brigava com todos porque não era doida o bastante para dizer tudo o que pensava e desejava.
Até parece hoje, com o bom senso (graças a Deus)ancorando a língua da jornalista, da mãe, da colega e também da amiga -quem penso ser para dizer o que o outro deve fazer? No entanto, digo para mim mesma, que nem sempre dou ouvidos aos apelos íntimos.
A mudança já começou, acredita? Aos 55 anos a mala estava quase fechada quando surgiu, só que não de repente, uma peça que nem o desapego trabalhado há quase cinco décadas, me permite largar. Não arredo pé de ter otimismo baseado em muita fé. Pois não é que de vez em quando o relógio transporta-o em fuga?
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