Delete ao meu deleite


 A força do delete é impressionante. 

Assim como outras teclas que nem sempre são usadas por conta da presença do mouse. 

Precisando fazer um backup para a função apagar sem deixar vestígios de frases soltas, medos sem origem visível ...

A quantas andam os passos furtivos da memória, que molesta a presença do momento?

Nesse baú de lembranças, há que se deparar com coisas que significaram muito e que tiveram, viveram o auge, no seu devido tempo.

Acabei de ler uma frase interessante viver não é sobre esperar a tempestade passar. É  sobre aprender a dançar na chuva. Não se conhece o autor com precisão, mas o convite à resiliência é atribuída à escritora americana Vivian Greene. 

E eu, por aqui, em busca do discurso para dizer ao ego, repetindo que não devo apenas dançar na chuva, mas também, cantar na chuva, imitando o espetacular Geny Kelly.


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