The sound of silence,
de Paul Simon, que fazia dupla com Garfunkel, sempre expandia dentro de mim.
Nem desconfiava o que a originou.
Mas, como um mantra a voz deles, o eco da letra ressoavam em mim, falando coisas que não se apresentavam mas que despertavam em mim o que bem conhecia.
O som do silêncio que tentava abafar a batucada incessante do meu pensar.
Costumo ser assim: ruidosa por dentro e por fora.
Na verdade, lá no fundo, ecoa a voz teimosa que me manda berrar, quando fecho os lábios e selo com o silêncio o que de mais primitivo tenho.

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