O pensamento se repete assim: de vez em quando o pensar do outro chega a me incomodar até que descubro que apenas faço ideia do que a pessoa possa pensar.
Que ousadia a minha chegar a querer saber o que passa na cabeça do outro. Na verdade, é na minha cabeça que tudo mora.
Olhando para os lados, em todas as direções, percebo flagrantes que antes não me eram notados.
O ceu na sua infinitude, as paredes fixas roubando a cena, o barulho que a mente faz quando os olhos não captam o que a Natureza representa.
Eu e o Universo, pomposo, rico, maravilhosamente imenso, diante da minha pequenez nem sempre serena.
O que eu poderia ter feito/fazer para percebê-lo?

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