Pela primeira vez na minha vida, eu fiz algo ao qual não era obrigada. Votei!
Há inúmeras razões pelas quais não abri mão desse direito.
Um delas, que faço questão de salientar, é o respeito.
imagem Câmara dos Deputados
Uma espécie de homenagem àquelas mulheres que acreditaram nesse dia que hoje nós mulheres vivemos. O acesso ao voto.
É claro que os opositores continuam, assim como os discursos.
Mulher não sabe votar!
Sim, sabemos!
Essa é a razão que nos leva a apostar na confiança de um representante. Muitas de nós não conhecem a história daquelas mulheres que há séculos não desistiram de um direito.
Votar é confiar. E o altruísmo é algo da essência feminina.
Vivemos votando, reconhecidamente ou não.
Somos votantes e acreditamos. Crer não nos torna menores. Muito pelo contrário.
Usando o humor caústico (que mantenho), costumava dizer que, quando não houvesse mais obrigação, não votaria.
Contudo, é necessário ter gratidão por todas as mulheres que me antecederam.
4 comentários:
Com certeza. Muita gratidão. Foi um longo caminho, mas é direito adquirido.
Gratidão por passar por aqui. Tenha dias iluminados.
Fátima, de um momento particular você faz uma grande história!!! Adorei ler! Seguirei acompanhando!!
Sempre grata. Abraços
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