A gripe


A força da publicidade na mídia modifica atos nossos todos dias. Experimente colocar no ar, numa mídia como a TV, informando que cumprimentar pessoas nas ruas pode comprometer a sua coluna. Pode até não ser seguido, mas vai dar muito o que falar.


Além de divulgar os números de casos confirmados e de óbitos, os meios de comunicação do mundo, unidos vão informando sobre mudança na rotina das pessoas. Até agora, o mais positivo foi dispensar as grávidas do trabalho para evitar que adoeçam. Na Igreja de Fátima, os fiéis não abraçam e não dão as mãos; nas escolas as crianças passaram a conhecer o álcool, que antes era mais usado para aquecer rechaut.


Convivemos diariamente com inúmeros seres invisíveis, que nos atacam e aproveitam as oportunidades de vulnerabilidade da defesa orgânica, atingindo-nos sem dó. Ainda bem, que o tal vírus tão mal falado não se reune aos demais num ataque em revanche à propaganda.


Mas, é claro que sou favorável à propagação. Só fico cismando...




Um dia daqueles...


Hoje, o pensar foi longe, deu marcha-ré. Num dia desses no Colégio São José onde fiz o ginasial, fui convidada para cantar o Hino Nacional. Por ser mais alta do que a maioria da turma, costumava ficar atrás. No entanto, naquele dia especial, o professor que já conhecia o meu lado zombeteiro, levou-me para frente, apesar dos meus protestos expressados pelo medo estampado nos olhos.

Com as mãos cruzando nas costas, cabelo arrumado também para trás e com a cabeça erguida cantei todo o hino, sem desafinar (eu estudava canto no coral da escola). Os elogios não tardaram. Mas o meu professor tinha que baixar a minha crista: puxa, você consegue ficar séria...


Foi a primeira das inúmeras participações do dia do Estudante.



Aprendendo a amar


Não amamos as pessoas com as quais costumamos assim pensar. Amamos o que nos interessa nelas. Se não vejamos. Aquelas frases recheadas de olhares lânguidos e suspiros de que sem você a minha vida não tem sentido; você é o meu oxigênio; a minha alegria de viver ... E por aí vai, são provas da afirmativa do post de hoje.


Na maioria das vezes no nosso cotidiano de aprender a amar, acredito que o sentimento começa a mostrar a árvore que encerra a semente, quando nos descobrimos acompanhados, companhias. Vejo o amor assim, andando ao lado, fugindo em busca da luz e nos acenando.


Não é o despertar rotineiro no toque dos pés e a toque de contas para pagar. É discutir a melhor forma de pagar a cama mais espaçosa e mais resistente. É espreguiçar na rede de emoções que a vida nos apresenta.


Muito mais que dedos entrelaçados furtivamente, a gente ama o que nos acompanha.

Pelo meio ambiente...


Tenho ouvido tanta coisa... Ainda bem que dão posts neste blog do meu pensar... Agora sobre o meio ambiente. Alguns dias ouvi que fazer xixi durante o banho poupa água e de carona, a Natureza e ter poucos filhos também. Deve ser pelo número de fraldas descartáveis; pelo leite derramado das vacas; por menos pessoas utilizando o oxigênio...


Reciclar me parece ainda a melhor opção.

Humor




Os artistas da hora nos fazem bem. É o oxigênio dos mares que nos sufocam diariamente. Não sou conhecedora do humor dos chargistas estrangeiros, por isso não faço comparações. Prendo o pensar por aqui, olhando rindo dos fatos inspiradores.

Os amigos me divertem enviando e-mails com as figuras. O brasileiro tem um jeito muito particular de fazer piadas. Tem vivências diversificadas, sofridas, mas nada que lhe tire o bom humor por muito tempo. E nem cisma o pensar para denominar o que podemos chamar de psicoadaptação.

Normalmente, os temas que nos atingem, mas que não nos compete ingerência direta, são os mais visados. A política brasileira é uma fonte, sem dúvida, inacabável. É o que nos confere a charge do jornal Zero Hora.

Asas para anjos


Nunca tive medo de avião. Gosto de estar lá por cima nos céus sem fim de preferência nos aviões pequenos, capacidade para oito passageiros. Agora, mesmo com as promoções - voar está mais barato, mas esse barato pode sair caro.


Já tive a experiência de uma turbulência, mas naquele caso, bem tranquila porque apenas as bagagens caíram sobre os passageiros. Também na data, há cerca de 20 e poucos anos, o terror era o preço. Viagem de avião era um luxo só.


Hoje, o que tem de trens alados...

Curtas férias


Tirei férias por aqui também e nem avisei. Não faltou consideração. Em casa, a Net nem thum para mim. Esta foi a causa da ausência.


Com o juizo descansado, faço juizo diferente do que se pode chamar descanço e, mais uma vez, creio no pensar permanente de como é bom ter um emprego para retornar e garantir a sobrevivência.


Apenas um dia de sol escaldante, numa praia com mais cadeiras do que pessoas ao relento. Com faro atrás de notícias, não vi fiscalização; não vi gente reparando em mim. Liberdade quase absoluta puxando a orelha de que tenho que me cuidar, mesmo que ninguem nada me peça.


O que não dá moleza são os preços. Nada muda no comércio praiano, onde até para matar a sede é preciso matar as economias no bolso.


A Arte ilimitada

O que seria de nós sem a arte? Onde mais eu veria a criatura criando, ao invés de destruir? Somos bombardeados(!) o tempo todo pelas mídias....